MIMOSO DO SUL
Uma região rica em casarios históricos é o distrito de São Pedro que possui 41 patrimônios históricos e culturais. O distrito é também muito conhecido pelo tradicional Festival de Sanfona e Viola de São Pedro, em que ocorrem anualmente apresentações de atrações nacionais da música sertanejos e violeiros da região.
A festa da cidade, que acontece em data móvel, tem início geralmente na segunda
quinta-feira do mês de julho. Já o Festival de Sanfona e Viola de São Pedro tem
início entre a última semana do mês de julho ou na primeira semana do mês de
agosto. Durante a festa são realizados passeios ecológicos, a descida do rio
Muqui do Sul de caiaque e caminhada até São Pedro, no programa "Caminhos
do Campo".
Um dos principais pontos turísticos de Mimoso do Sul são: o mirante do
Cristo Redentor, a Cachoeira das Graças, o pico dos Pontões (localizado no
distrito de Conceição do Muqui) e a pedra Estrela d'Alva, onde, em dias claros,
se avistam as praias de Marataízes.
Em 1984 por ocasião de minha transferência de Mimoso do Sul para Vila Velha, vendi 1/3 das férias para poder mobiliar a minha casa, porque em 09 de agosto fui morar com aquele cara que estava me correspondendo, sim, aquele mesmo que conheci em Brasília no ano anterior. E gozei 2/3 destas férias, pois estava no último ano da Faculdade de Administração, então, usei alguns dias para realizar as provas finais, o restante fiz uma viagem de trem para Minas Gerais, que conto no próximo post.
Mas, agora vou falar um pouco de Vila Velha, onde morei por 13 longos anos, e posso afirmar que é uma cidade pequena, mas com ares de cidade grande, muito boa para se viver.
Vila Velha
O município foi fundado em 23
de maio de 1535 pelo português Vasco Fernandes Coutinho,
donatário da Capitania do Espírito Santo, e foi sede desta até 1549,
quando a capital foi transferida para Vitória.
Figura-se então como a cidade
mais antiga do estado, possuindo várias construções históricas, como
a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, o Forte de São Francisco Xavier
de Piratininga, o Farol de Santa Luzia e o Convento da Penha, sendo
este último um dos principais pontos turísticos do Espírito Santo, construído
entre os séculos XVI e XVII e tombado como patrimônio histórico cultural
pelo IPHAN em 1943.
Localiza-se a sul da capital do estado, é um município pertencente à
Região Metropolitana de Vitória. Ocupa uma área de 208,820 quilômetros
quadrados. Em 2012, sua população foi estimada pelo IBGE em 424
948 habitantes, sendo o mais populoso do Espírito Santo. A sede tem
uma temperatura média anual de 24,7°C e na vegetação original do município
predomina a mata atlântica, tendo atualmente alguns trechos de restinga. O
seu IDH é de 0,817, considerando-se assim como elevado em relação ao
Brasil, sendo o segundo maior de todo o estado e o 273° de todo o país.
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| Praça do centro de Vila Velha |
Possui 32 quilômetros de litoral, sendo praticamente todo recortado por
praias, as quais constituem importantes ícones turísticos e paisagísticos, como
a Praia da Costa, de Itapoã e de Itaparica.
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| Praia de Itaparica |
A badalada Praia da Costa não perde em popularidade: é uma das
escapadas preferidas de jovens de Vitória no fim de semana, mas tem também a
Praia da Baleia e a da Sereia.
As duas atrações mais visitadas do Espírito Santo estão em Vila Velha:
o Convento Nossa Senhora da Penha e a Fábrica de Chocolates Garoto.
Convento Nossa Senhora da Penha
O Convento Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha, é considerado
o terceiro maior evento religioso do Brasil, é o principal monumento religioso do Estado do
Espírito Santo. Nossa Senhora da Penha é a padroeira do estado, no convento uma
capela guarda a imagem desta santa. Ao lado, três salas funcionam como museu
sacro, loja e sala de ex-votos. Além da bela vista da cidade, anualmente,
também se realizam no convento, diversos eventos que fortalecem ainda mais a
presença de turistas, como a Festa da Penha, em homenagem a esta padroeira.

Fábrica de Chocolates Garoto
Existe o Festival
do Chocolate, em que a Chocolates Garoto, uma das maiores e mais
antigas indústrias de Vila Velha, expõe seus trabalhos. Com agendamento
prévio, é possível fazer o Chocotour, visitando a fábrica, o museu, a loja, com
direito à degustação de bombons. É possível visitar apenas a loja e o museu,
que conta a cultura do cacau, a produção do chocolate e uma linha do tempo da
fábrica – nesse caso, não há necessidade de agendamento.

E quem visita não só Vila Velha, mas qualquer cidade do Espírito Santo,
principalmente as cidades praianas, não pode deixar de experimentar duas de
suas comidas mais típicas: a moqueca e a torta capixaba.
Tente não abusar da comida, pois a hora do almoço é momento de provar uma autêntica moqueca capixaba, que difere da baiana é que a capixaba não leva leite de coco e azeite de dendê. Mas, para matar os baianos de raiva, dizemos que moqueca é a capixaba, o resto é peixada.
Já a torta capixaba, é uma receita tradicionalmente servida na Semana Santa, mas é possível prová-la durante todo o ano. Cada um dos ingredientes – peixe fresco (geralmente badejo), bacalhau, caranguejo, camarão seco, siri, lagosta e marisco – é refogado separadamente. Só quando já estão cozidos os pescados ganham a companhia de palmito e vão para a panela de barro. Depois de coberta, com claras de ovos a mistura é assada até ficar com uma casquinha dourada por cima. Como o preparo é demorado, ligue antes para saber se o restaurante tem o prato disponível ou se ele precisa ser encomendado.
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