Petrópolis
Além de ser a maior, e mais
populosa cidade da Região Serrana Fluminense, também detém o maior PIB, e IDH
da região. O clima ameno, as construções históricas e a abundante vegetação são
grandes atrativos turísticos. Além disso, a cidade possui um movimentado
comércio e serviços, além de produção agropecuária (com destaque para a
fruticultura) e industrial. Fundada por iniciativa do Imperador Dom Pedro II
(seu nome vem da junção das palavras, em latim Petrus (Pedro) + em grego Pólis
(cidade) ficando "Cidade de Pedro"), é frequentemente chamada de
"Cidade Imperial", e ''Petrocity''. Petrópolis é a sede do
Laboratório Nacional de Computação Científica, uma unidade de pesquisa do
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
A história da cidade começou a configurar-se mais propriamente em 1822, quando
Dom Pedro I, a caminho de Minas Gerais pelo Caminho do Ouro, mais precisamente
pelo Caminho do Proença ou Variante do Caminho Novo da Estrada Real,
hospedou-se na fazenda do padre Correia e ficou encantado com a região. Tentou
comprar as terras, porém sem sucesso. Por fim, adquiriu uma fazenda vizinha, a
Fazenda do Córrego Seco, que renomeou Imperial Fazenda da Concórdia, onde
pretendia construir o Palácio da Concórdia. Hoje, a propriedade corresponde,
com alguns acréscimos, à área do primeiro distrito de Petrópolis.
No chamado "centro histórico", encontram-se, também, construções como a "Encantada" (casa de verão de Santos Dumont); o Palácio de Cristal; o Palácio Amarelo (Câmara de Vereadores); o Palácio Rio Negro, fronteiriço à sede da prefeitura (palácio Sergio Fadel) e construções curiosas, como o "castelinho" do autodenominado "Duque de Belfort", na esquina da Koeler com a Praça Ruy Barbosa; ou ainda a antiga casa da família Rocha Miranda, na Avenida Ipiranga - mesmo endereço de outra residência da mesma família, em estilo sessentista. Linhas modernas também estão presentes na casa de Lúcio Costa, no bairro de Samambaia.

O Palácio Amarelo, um casarão construído na década de 1850 em Petrópolis, foi antiga residência do Barão de Guaraciaba situadamente atrás da praça ajardinada Visconde de Mauá. Atualmente abriga a Câmara Municipal de Petrópolis.
A cidade possui um conjunto arquitetônico sem igual, do qual o símbolo mais conhecido é o Palácio Imperial, hoje Museu Imperial. O palácio é a principal construção do chamado "centro histórico", onde se destaca a Avenida Koeler, ladeada por casarões e palacetes do século XIX. A via é perpendicular à fachada da Catedral de São Pedro de Alcântara e, no outro sentido, à Praça Ruy Barbosa e à fachada da Universidade Católica - constituindo-se em um dos mais belos cenários da cidade.
Palácio de Cristal

Inicialmente foi construído para abrigar de exposições agrícolas e hoje como local para exposições e eventos. No Palácio, em abril de 1888, com a presença da Princesa Isabel foram libertados os últimos escravos de Petrópolis, em uma bela festa. Hoje recebe eventos culturais e exposições diversas.
Quem viaja pela estrada pode
observar séculos da história do Brasil desde 1724, quando Bernardo Soares de
Proença iniciou a trajetória do Caminho Novo que passa por Petrópolis.
Na atualidade a economia da
cidade está baseada no turismo cultural e histórico. Conta com população
preparada para oferecer serviços turísticos que garantem conforto e excelência
nos leitos e na gastronomia.
Vale ressaltar a forte
presença do comércio de roupas, cerveja e chocolates. Os polos da Rua Teresa e
Itaipava atraem todos os níveis aquisitivos de compradores, inclusive
varejistas e atacadistas. Petrópolis possui o quinto maior PIB do estado do Rio
de Janeiro. Os principais pontos turísticos são:
- Palácio de Cristal
- Casa da Princesa Isabel
- Casa do Barão e Visconde de
Mauá
- Estação Itaipava
- Parque Municipal de
Petrópolis
- Museu Imperial
- Casa da Ipiranga (“Casa dos
Sete Erros”)
- Catedral de São Pedro de
Alcântara com o Mausoléu Imperial
- Casa de Joaquim Nabuco
- Castelo do Barão de Itaipava
- Museu de cera de Petrópolis
- Itaipava
- Morro Açu (Parque Nacional
da Serra dos Órgãos)
- Mosteiro da Virgem
- Palácio de Cristal
(Petrópolis)
- Palácio Grão Pará
- Palácio Quitandinha
- Palácio Rio Negro
- Trono de Fátima
- Casa do Barão e Visconde do
Arinos
- Casa de Rui Barbosa
- Casa do Visconde de Caeté
- Valparaiso (Centro
Gastronômico e Entretenimento de Petrópolis)
- Tour da Experiência
Caxambú
Entretanto a versão mais
aceita defende que a palavra vem do tupi catã (fazer borbulhas) embu (mesmo que
pu, que significa ferver). Sendo assim a tradução mais próxima seria
"bolhas a ferver" ou "água que borbulha". A afirmativa se
sustenta uma vez que o local já era conhecido por este nome antes da chegada
dos primeiros escravos. Em Caxambu o lema é cuidar bem do corpo e da
alma.

Caxambu tem muitos prédios históricos da época colonial e facilmente a gente viaja pela história. Não deixe de tirar uma prosa com algum morador para conhecer algum dos causos da cidade.
A melhor maneira de conhecer e passear por Caxambu é à pé e em um dia dá para fazer praticamente tudo. Contanto, essa região do Sul de Minas e do Circuito das Águas, com certeza pede para você ir com calma!
O passeio de charrete, para quem gosta ou quem estiver viajando com crianças, certamente pode ser bem gostoso para entrar no clima de cidadezinha de interior, voltar no tempo e conhecer atrações um pouco mais afastadas.
E como falei anteriormente, Caxambu pede que você a conheça com calma. Certamente você irá se encantar pela simplicidade e pelo seu povo acolhedor.

O Balneário Hidroterápico oferece, com seus banhos, horas e mais horas de relaxamento e renovação de energias. As caminhadas desapressadas pelos bosques, os passeios de pedalinho e a subida de teleférico até o morro Caxambu (1090 m de altitude) são mais algumas das opções de lazer. Não podemos esquecer das fontes, que refrescam e proporcionam saúde como poucas.

Caxambu possui uma boa infra-estrutura de hotéis. São famosos os congressos realizados durante todo o ano na cidade. Suas ruas e praças são tranquilas e um passeio por elas completa ainda mais a paz propiciada pela natureza local.




Alguns estudiosos da língua tupi descrevem a tradução do nome Ibitipoca como “casa de pedra”, pela existência das grutas que serviam de moradia aos índios. Outros estudos indicam a versão da “serra que estala” (ibiti= serra + poca = estala), referência aos trovões que são comuns na serra.
Ibitipoca é sem dúvidas o destino ideal para relaxar em contato com a natureza. A cidade abriga uma das reservas naturais mais belas do Brasil, com inúmeras cachoeiras, trilhas, grutas e cavernas, sem contar no incrível céu estrelado que faz das noites em Minas inesquecíveis e é um dos principais atrativos da região.

Emoldurada por mirantes, penhascos, paredões e riachos de águas avermelhadas, a reserva é um verdadeiro paraíso para os amantes da natureza e adeptos de caminhadas ecológicas. As trilhas, bem sinalizadas, levam a paisagens de beleza incomparável, que encantam aos mais exigentes visitantes.
Não deixe de fazer os 3
principais roteiros pelo parque: Circuito Janela do Céu, Circuito Pico do Pião
e Circuito das Águas. A Gruta das Bromélias também deve fazer parte do seu
roteiro por Ibitipoca: são 3 mil metros e uma das maiores grutas de quartzito
do mundo.

O período em que são realizados os tradicionais festivais Ibitipoca Jazz Festival e Ibitipoca Blues, respectivamente em julho e agosto é uma época excelente para conhecer a vila.
O Hotel Alpha Ville Chalés dentre muitas opções de hospedagem, está entre as melhores, localiza-se no município de Lima Duarte - MG, próximo a cidade de Juiz de Fora - MG. Aproximadamente 1300 m de altitude, é cercado de montanhas, muito verde, ar puro e fica apenas 4 km do Parque Estadual de Ibitipoca.


O parque dispõe de quatro áreas de acampamento pela portaria de Alto Caparaó em MG - “Tronqueira” e “Terreirão” - e pela Portaria de Pedra Menina no ES - “Macieira” e “Casa Queimada”, com sanitários, lava-pratos, mesas, bancos, quiosques (estes últimos apenas na “Tronqueira”) e, ainda, churrasqueiras na área de visitação denominada “Vale Verde” e no acampamento “Macieira”.

Caminhadas em áreas de florestas e, especialmente, pelos campos de altitude são outras atrações do local, propício também para observação de aves. Na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, tem como principal atrativo o Pico da Bandeira, terceira montanha mais alta do país, com 2 892 metros - a subida é pesada e requer bom preparo físico. Tanto no lado mineiro quanto no capixaba, quem pretende fazer atividades menos intensas encontra cachoeiras e mirantes que podem ser alcançados por carro ou caminhadas curtas. Alto Caparaó tem uma estrutura turística mais desenvolvida, com boa oferta de hospedagens e agências, mas quem vem de Vitória também pode ficar em Pedra Menina.

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| Mirante da Tronqueira |
Melhor época: De maio a
agosto, quando chove menos e a visibilidade aumenta. As caminhadas noturnas,
para ver o nascer do sol a partir do pico, também podem ser feitas com mais
segurança nessa época.
Acesso: Por Minas Gerais,
portaria a 3 km de Alto Caparaó. Pelo Espírito Santo, entrada a 9 km de Pedra
Menina, distrito a 26 km de Dores do Rio Preto. Os acessos são calçados e
tranquilos (você pode ir com o próprio carro ou contratar um jipe na JeepTur -
(32) 3747-2516, ou na TransJeep - (32) 3747-2537). Para acampar no local é
preciso pagar uma taxa de R$ 6 por noite, reservar e chegar antes do fechamento
dos portões do parque no dia anterior. O parque fica aberto das 7h às 22h.
Informações: No Instituto Chico Mendes (MG) - (32) 3747-2086/2943. O ingresso custa R$ 11.



















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