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quinta-feira, 12 de junho de 2003

2003- Entre Minas e Espírito Santo II

Nem eu sabia que já havia ido tantas vezes a São Lourenço e Caxambú, agora revendo as fotos é que pude constatar isso. Mas de fato são cidades das quais a gente não se cansa de ir, seja para passa só o dia, vários dias de descanso ou férias, como foi desta vez que inclusive fiquei na Associação, embora um pouco distante do centro, mas tinha desconto por ser associado.
Na piscina da Associação
São Lourenço
Com cerca de 45 mil habitantes, é uma das cidades mais movimentadas do Circuito das Águas. Com a população flutuante, nos feriados prolongados e temporada, a cidade chega a receber 100 mil pessoas. São turistas de todas as idades que chegam, principalmente, do Rio, São Paulo e Belo Horizonte para desfrutar o clima, a tranquilidade e a infraestrutura que a cidade oferece.

Pórtico da Cidade
Cerca de 60 hotéis, pousadas e um camping disponibilizam seis mil leitos, oferecendo os mais variados tipos de serviços para todos os bolsos, gostos e necessidades. Hospital, clínicas e médicos especializados, agências dos mais importantes bancos do país, comércio diversificado e um sistema de transporte rodoviário que liga diariamente a cidade com Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília qualificam a estrutura turística de São Lourenço.

Rua Wenceslau Braz, com Hotel Bavária ao fundo
Trem das Águas
Uma empolgante aventura a bordo de uma composição puxada por uma locomotiva a vapor.
O Trem das Águas percorre o trecho compreendido entre os Km 80 (Estação de São Lourenço) e o Km 90 (Estação de Soledade de Minas), da antiga The Minas And Rio Railway.
Objetiva resgatar a memória da legendária ferrovia que ligava o eixo São Paulo/Rio de Janeiro a cidade de Três Corações, passando pelo Circuito das Águas.
Tracionada por uma autêntica Locomotiva a Vapor, a nostálgica viagem traz de volta o romantismo dos antigos passeios de trem de passageiros, com toda sua poesia, relembrando os velhos tempos em que o progresso chegava pelos trilhos.
A composição traz vários vagões em madeira, totalmente restaurados, com vidros decorados (requinte da ABPF), piso e lustres brilhantes. Com 80 lugares em cada vagão, o Trem das Águas parte da Estação de São Lourenço em direção a Soledade com, em média, 400 passageiros.
www.tremdasaguas.tur.br

Parque das Águas
O passeio também traz um show de violeiros que, de vagão em vagão, anima os passageiros com as mais belas canções do folclore mineiro. Em Soledade de Minas encontra-se o Museu Ferroviário. Peças que contam a história de ferrovia e de seus funcionários, que durante anos, mantiveram em funcionamento o sonho de chegar ao Sul de Minas em cima dos trilhos. Nele está a belíssima vegetação nativa que compreende de centenas de espécies vegetais, inclusive orquídeas raras e um Pau-Brasil (Pao Brazil), plantado pela Sua Excelência Senhor Dr. Getúlio Vargas, Chefe do Governo Provisório, em 15 de março de 1931. Sua fauna também é variada, podendo ser observados macacos e micos, uma infinidade de pássaros além dos tradicionais gansos, patos e marrecos.
O Parque  oferece uma bela paisagem com muito verde, alamedas aprazíveis, jardins floridos, gramados, bosques. Cenário que se presta a caminhadas tranqüilas, leitura de um bom livro ou apenas o prazer de respirar um ar puro, apreciando a paisagem. Esse parque é excelente para a prática de esportes, com quadras de peteca, voley, futebol society , futebol de salão, pista de bicicross , incluindo o aluguel das bicicletas. Conta ainda com área para banhos de sol e principalmente com a ducha de água mineral. Dispõe também de lanchonete e lago para pesca.

Caxambú

Fonte Dom Pedro

É a fonte mais antiga e simbólica do Parque das Águas, possui interessante construção em estilo greco-romano sendo  um dos cartões postais da cidade de Caxambu. A captação ocorreu em meados do séc. XIX, e o pavilhão atual, de inspiração neoclássica, foi construído no início dos anos 60. O prédio em que ela se encontra possui cúpula apoiada por pilastras grossas, não tendo paredes. Em seu interior, encontra-se uma réplica da coroa que pertenceu a Dom Pedro.

A Fonte Dom Pedro em Caxambu MG, está em uma pilastra de mármore encimada pela Coroa Imperial. A água sai de uma torneira de aço inox. O acesso à fonte se dá por escada. A fonte D. Pedro II é atualmente considerada a mais importante pelo engarrafamento de sua água. De teor radioativo e carbônico e altamente gasosa, é indicada como água de mesa por sua natureza digestiva.

Como ainda me restavam alguns dias de férias, partimos para o norte do estado do Espírito Santo:
Aracruz


Aracruz reúne atrativos para todos os gostos. Além das belezas naturais, formadas por praias, restingas e manguezais; a cidade guarda também riquezas culturais, como construções históricas e aldeias indígenas.
No quesito praias, boa parte fica delas fica no distrito de Santa Cruz, a 30 quilômetros do Centro. Basta pegar a ES-010 e escolher em que trecho parar. Uma das mais movimentadas é a da Formosa, em frente ao SESC e emoldurada por piscinas naturais, areias finas e amareladas e coqueirais.

Entre as mais concorridas está a da Barra do Sahy, com vila de pescadores e muitas castanheiras. Apesar do cenário bucólico, é o point do verão por conta das boas ondas e dos quiosques que servem peroás e pescadinhas. À noite, o calçadão se transforma em passarela. Também a praia dos Padres tem agito, garantido pelos restaurantes e pelas boas condições para a prática de esportes náuticos.

Nas praias de Formosa, Coqueiral e Mar Azul, os destaques são as águas calmas e protegidas por recifes, que formam piscinas naturais. Em Sauê, a mata preservada e o rio que forma uma lagoa enfeitam o cenário. Já em Putiri e Barra do Riacho, o mar agitado atrai os surfistas; enquanto na praia de Comboios o atrativo é uma base do Projeto Tamar.

Um dos passeios mais bonitos da região é o de escuna pela Reserva do Manguezal Piraquê-Açu. O tour dura cerca de duas horas e apresenta toda a biodiversidade do encontro do rio com o mar. Os barcos partem do cais da Avenida Piraquê-Açu, em Santa Cruz.


Visitar as aldeias indígenas pode ser um interessante programa. Além de conhecer os costumes e as tradições dos índios, é possível acompanhar de perto a produção do artesanato típico. Nas aldeias de Caeiras Velha e de Boa Esperança (Tekoá Porâ) é grande a variedade de bijuterias feitas com sementes coloridas, palha e madeira; cestos e peneiras à base de palha e cipó; e panelas de barro.

Conceição da Barra
Pousada Caminho do Mar

Mineiros e paulistas invadem Conceição da Barra, quase na divisa com a Bahia, durante o verão. Além das praias, os visitantes curtem também os passeios de barco pelo rio Cricaré e suas comunidades ribeirinhas. 
A turma se diverte, ainda, com o Carnaval de rua, considerado o melhor do Espírito Santo; e as festas folclóricas locais, como o Baile de São Benedito, promovido pela comunidade negra da cidade há mais de 300 anos. 

As praias extensas e contornadas por restinga, porém, são os grandes atrativos para quem vem de tão longe. A turma do burburinho segue na direção das praias do Farol e da Barra, com quiosques e boas ondas para a prática do surf

Saída para praia na pousada
Também procurada pelos surfistas é a praia de Guaxindiba, contornada por areias finas, fofas e amareladas. Já os pescadores batem ponto em Pontal do Sul - a praia deserta e salpicada por dunas é acessível por barco e repleta de badejos. 

No final da tarde, todos os caminhos levam ao porto, onde as tribos se reúnem para contemplar o pôr do sol. Os mais animados seguem direto para o Laboratório do Altair, um boteco que oferece mais de 50 tipos de batidas e pingas feitas com raízes, ervas e frutas da região.
Itaúnas ou Dunas de Itaúnas
É uma pequena vila ao norte do Espírito Santo. Fica próxima à divisa com a Bahia e pertence ao município de Conceição da Barra. Fica a 25 km de Conceição da Barra e a 270 km de Vitória - ES. A Vila de Itaúnas do Espírito Santo é a imagem da tranqüilidade, com uma igrejinha na praça, casas simples, pousadas rústicas, poucos carros e uma comida caseira deliciosa. A Vila de Itaúnas - ES mantém as tradições, moradores ainda pescam de canoas feitas de troncos maciços de árvores que chegam a pesar aproximadamente 250 kilos, cozinham tanto em fogões pré-fabricados, quanto em fogões à lenha.

No Verão a Vila de Itaúnas normal é sair à noite descalço, o que torna esse pedaço do Espírito santo um lugar mais rústico ainda em ruas de terra. Especial para suas férias, camping, lazer ou finais de semana.
As dunas que atingiam 30 metros de altura com suas areias douradas e finíssimas soterraram a vila entre os anos 50 e 70. Mas o vila renasceu do outro lado do Rio Itaúnas.
A criação do parque estadual em 1991 garantiu que os seus diversos ecossistemas (manguezal, dunas, restingas, Mata Atlântica e alagados) e suas praias fossem protegidas. No local também está presente o Projeto Tamar, que cuida da preservação de tartarugas marinhas.


Como chegar:
Tanto para quem sai do Rio de Janeiro, Salvador e para quem sai de São Paulo basta seguir a BR-101 até Conceição da Barra, depois de São Mateus. De lá até Itaúnas são 29 quilômetros, sendo uma boa parte de estrada de terra. O aeroporto mais próximo fica em Vitória.
Itaúnas é um distrito do município de Conceição da Barra, no Espírito Santo. O nome Itaúnas é um topônimo de origem tupi que significa "pedra negra", através da junção dos termos itá = pedra e un = negro.
Fundão
Foi emancipado do extinto município de Nova Almeida em 1923. Atualmente, é formado pela cidade de Fundão e pelos distritos de Praia Grande, Timbuí e Irundi. O nome do município se deve ao rio Fundão, que banha a sede. A principal atividade econômica do município é a cafeicultura, porém, a maior participação do Produto Interno Bruto (PIB) municipal é do setor de indústria.
Rio Fundão

Avenida Linhares, em Praia Grande, Fundão

Vista da Pousada Joaripe e Rio Fundão

Integrante da rota turística Caminho dos Imigrantes,  Fundão abriga o pico do Goiapaba-Açu, elevação granítica de 850 metros de altitude onde se situa o Parque Municipal do Goiapaba-Açu. Praia Grande é um dos principais pontos turísticos da região, tendo entre os seus frequentadores mineiros e capixabas de outras cidades. Entre os meses de dezembro e janeiro, realizam-se em Timbuí e Fundão as festas de São Benedito e São Sebastião, em que se apresentam as bandas de congo.
 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2001

12/2001 a 01/2002- Entre as serras e águas

Petrópolis

Além de ser a maior, e mais populosa cidade da Região Serrana Fluminense, também detém o maior PIB, e IDH da região. O clima ameno, as construções históricas e a abundante vegetação são grandes atrativos turísticos. Além disso, a cidade possui um movimentado comércio e serviços, além de produção agropecuária (com destaque para a fruticultura) e industrial. Fundada por iniciativa do Imperador Dom Pedro II (seu nome vem da junção das palavras, em latim Petrus (Pedro) + em grego Pólis (cidade) ficando "Cidade de Pedro"), é frequentemente chamada de "Cidade Imperial", e ''Petrocity''. Petrópolis é a sede do Laboratório Nacional de Computação Científica, uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.


A história da cidade começou a configurar-se mais propriamente em 1822, quando Dom Pedro I, a caminho de Minas Gerais pelo Caminho do Ouro, mais precisamente pelo Caminho do Proença ou Variante do Caminho Novo da Estrada Real, hospedou-se na fazenda do padre Correia e ficou encantado com a região. Tentou comprar as terras, porém sem sucesso. Por fim, adquiriu uma fazenda vizinha, a Fazenda do Córrego Seco, que renomeou Imperial Fazenda da Concórdia, onde pretendia construir o Palácio da Concórdia. Hoje, a propriedade corresponde, com alguns acréscimos, à área do primeiro distrito de Petrópolis.

No chamado "centro histórico", encontram-se, também, construções como a "Encantada" (casa de verão de Santos Dumont); o Palácio de Cristal; o Palácio Amarelo (Câmara de Vereadores); o Palácio Rio Negro, fronteiriço à sede da prefeitura (palácio Sergio Fadel) e construções curiosas, como o "castelinho" do autodenominado "Duque de Belfort", na esquina da Koeler com a Praça Ruy Barbosa; ou ainda a antiga casa da família Rocha Miranda, na Avenida Ipiranga - mesmo endereço de outra residência da mesma família, em estilo sessentista. Linhas modernas também estão presentes na casa de Lúcio Costa, no bairro de Samambaia.

Palácio Amarelo, um casarão construído na década de 1850 em Petrópolis, foi antiga residência do Barão de Guaraciaba situadamente atrás da praça ajardinada Visconde de Mauá. Atualmente abriga a Câmara Municipal de Petrópolis.

A cidade possui um conjunto arquitetônico sem igual, do qual o símbolo mais conhecido é o Palácio Imperial, hoje Museu Imperial. O palácio é a principal construção do chamado "centro histórico", onde se destaca a Avenida Koeler, ladeada por casarões e palacetes do século XIX. A via é perpendicular à fachada da Catedral de São Pedro de Alcântara e, no outro sentido, à Praça Ruy Barbosa e à fachada da Universidade Católica - constituindo-se em um dos mais belos cenários da cidade.


Palácio de Cristal

Inspirado no Crystal Palace de Londres e no Palácio de Cristal do Porto. Sua estrutura pré-moldada em ferro foi encomendada a uma fundição francesa pelo Conde D’Eu, sendo montada em Petrópolis pelo engenheiro Eduardo Bonjean. 
Foi inaugurado em 1884 com a finalidade de abrigar as já tradicionais exposições de produtos hortícolas e pássaros da região, que aconteciam em instalações provisórias no local. Em 1957 o palácio foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). 

Inicialmente foi construído para abrigar de exposições agrícolas e hoje como local para exposições e eventos. No Palácio, em abril de 1888, com a presença da Princesa Isabel foram libertados os últimos escravos de Petrópolis, em uma bela festa. Hoje recebe eventos culturais e exposições diversas. 

Quem viaja pela estrada pode observar séculos da história do Brasil desde 1724, quando Bernardo Soares de Proença iniciou a trajetória do Caminho Novo que passa por Petrópolis.

Na atualidade a economia da cidade está baseada no turismo cultural e histórico. Conta com população preparada para oferecer serviços turísticos que garantem conforto e excelência nos leitos e na gastronomia.

Vale ressaltar a forte presença do comércio de roupas, cerveja e chocolates. Os polos da Rua Teresa e Itaipava atraem todos os níveis aquisitivos de compradores, inclusive varejistas e atacadistas. Petrópolis possui o quinto maior PIB do estado do Rio de Janeiro. Os principais pontos turísticos são:

  • Palácio de Cristal
  • Casa da Princesa Isabel
  • Casa do Barão e Visconde de Mauá
  • Estação Itaipava
  • Parque Municipal de Petrópolis
  • Museu Imperial
  • Casa da Ipiranga (“Casa dos Sete Erros”)
  • Catedral de São Pedro de Alcântara com o Mausoléu Imperial
  • Casa de Joaquim Nabuco
  • Castelo do Barão de Itaipava
  • Museu de cera de Petrópolis
  • Itaipava
  • Morro Açu (Parque Nacional da Serra dos Órgãos)
  • Mosteiro da Virgem
  • Palácio de Cristal (Petrópolis)
  • Palácio Grão Pará
  • Palácio Quitandinha
  • Palácio Rio Negro
  • Trono de Fátima
  • Casa do Barão e Visconde do Arinos
  • Casa de Rui Barbosa
  • Casa do Visconde de Caeté
  • Valparaiso (Centro Gastronômico e Entretenimento de Petrópolis)
  • Tour da Experiência

Caxambú

As versões para a origem do nome Caxambu são bem variadas. Há os que defendem que vem de duas palavras africanas, cacha (tambor) e mumbu (música), que designavam os instrumentos musicais utilizados pelos escravos africanos na época. Os batuques lembravam o borbulhar das águas. Além disso, o morro em cujo sopé se localizava as fontes tem uma forma cônica, semelhante ao do tambor africano, daí passou a se chamar Caxambu. 

Entretanto a versão mais aceita defende que a palavra vem do tupi catã (fazer borbulhas) embu (mesmo que pu, que significa ferver). Sendo assim a tradução mais próxima seria "bolhas a ferver" ou "água que borbulha". A afirmativa se sustenta uma vez que o local já era conhecido por este nome antes da chegada dos primeiros escravos. Em Caxambu o lema é cuidar bem do corpo e da alma. 

Caxambu é uma cidadezinha do Sul de Minas que fica dentro do roteiro que chamamos de Circuito das Águas. Com certeza, uma viagem que se enquadra bem em um final de semana ou para aqueles que com mais dias, bastando então, encaixar outras cidades no roteiro, entre elas a vizinha São Lourenço ou a mística São Tomé das Letras.
Caxambu tem muitos prédios históricos da época colonial e facilmente a gente viaja pela história. Não deixe de tirar uma prosa com algum morador para conhecer algum dos causos da cidade.
A melhor maneira de conhecer e passear por Caxambu é à pé e em um dia dá para fazer praticamente tudo. Contanto, essa região do Sul de Minas e do Circuito das Águas, com certeza pede para você ir com calma!
O passeio de charrete, para quem gosta ou quem estiver viajando com crianças, certamente pode ser bem gostoso para entrar no clima de cidadezinha de interior, voltar no tempo e conhecer atrações um pouco mais afastadas.
E como falei anteriormente, Caxambu pede que você a conheça com calma. Certamente você irá se encantar pela simplicidade e pelo seu povo acolhedor. 

 

O Balneário Hidroterápico oferece, com seus banhos, horas e mais horas de relaxamento e renovação de energias. As caminhadas desapressadas pelos bosques, os passeios de pedalinho e a subida de teleférico até o morro Caxambu (1090 m de altitude) são mais algumas das opções de lazer. Não podemos esquecer das fontes, que refrescam e proporcionam saúde como poucas.

Caxambu possui uma boa infra-estrutura de hotéis. São famosos os congressos realizados durante todo o ano na cidade. Suas ruas e praças são tranquilas e um passeio por elas completa ainda mais a paz propiciada pela natureza local.


São Lourenço
Parque das Águas

Principal cartão-postal de São Lourenço, o Parque das Águas tem várias atrações espalhadas por uma área verde de 400 mil metros quadrados. Na parte antiga, repleta de bosque e jardins, ficam seis das sete fontes minerais; o balneário para banhos, massagens e terapias; o rinque de patinação e o imenso lago para passeios de pedalinho e caiaque. Já a aérea nova, interligada à antiga por um túnel, é voltada para a prática de esportes. O espaço oferece quadras de peteca, de vôlei e de futebol de salão, além de pista de bicicross e aluguel de bicicletas. A ducha de água mineral é bastante concorrida nos dias de calor.
As sete fontes fazem a fama da cidade e oferecem águas ferruginosa, carbogasosa, sulfurosa, gasosa, alcalina, magnesiana e bicarbonatada. De acordo com os moradores, elas têm propriedades medicinais e curam anemias e úlceras. É recomendável, porém, não exagerar nas doses - algumas são laxantes e podem causar cólicas. 
O parque é super agradável, lindo e bem cuidado. A entrada custa R$ 6,00 por pessoa. O local possui restaurante, lojas de artesanato, produtos naturais, parquinho para crianças e balneário com banhos e massagens relaxante. Não deixe de andar de pedalinho (custa R$ 10,00 para 2 pessoas). O local é excelente para qualquer idade.
Centro Hidroterápico de São Lourenço
O Centro Hidroterápico de São Lourenço situado no Parque das Águas é um moderno balneário com toques e arquitetura neo clássicos. Dispões de banhos em banheiras estilo vitoriano e em ofurô, estes ministrados com água sulfurosa.
Conta também com massagens relaxantes, saunas, ducha escocesa, terapia de pedras quentes, shiatsu, reflexologia com escalda-pés e procedimentos estético faciais.
O uso das águas minerais constitui um processo de revitalização, saúde, beleza e bem-estar. 
 
Horário de funcionamento do balneário:
2ª feira - fechado
3ª à 6ª feiras - das 10:00 às 12:00 e das 14:30 às 19:00 horas
Sábados - das 09:30 às 12:00 e das 14:30 às 19:00 horas
Domingos - das 9:00 às 12:30 horas 

Poços de Caldas
Descanso é a palavra de ordem em Poços de Caldas, bucólica estância hidromineral no Sul de Minas Gerais. Suas águas - com propriedades alcalinas, sulfurosas, radioativas e termais - atraem famílias e casais que chegam para conferir de perto a fama dos relaxantes banhos de imersão e percorrer as dezenas de fontes espalhadas pela cidade.

Mas Poços de Caldas também é festeira e têm programação intensa durante o inverno, com festejos animados pelo folclore e regados a delícias típicas mineiras como batidas e caldos.
Já os quitutes tradicionais, como doces e queijos, são encontrados nas feirinhas de artesanato que acontecem aos domingos nas pracinhas da cidade. Ainda no quesito compras, a tradição dos cristais de Murano é mantida na região. Três fábricas são abertas à visitação, permitindo acompanhar todo o delicado processo de produção das peças.
A tradição dos cristais de Murano é mantida na cidade, que abriga fábricas e lojas exclusivas
Tão valioso quanto o cristal é o acervo cultural de Poços de Caldas, com museus e espaços culturais abrigados em antigos cassinos que remetem aos tempos da jogatina e dos bailes luxuosos. A tradição dos cristais de Murano é mantida na cidade, que abriga fábricas e lojas exclusivas.

Walter World – Parque Temático
Parque Walter World

No local encontra-se a Praça das Nações, um shopping aberto com construções típicas de nove países, uma Casa Country, um Castelo Encantado com brinquedos eletrônicos, circo-museu, estação de trem, hidrovia e praça de alimentação.
Entrada do Parque

 Conceição do Ibitipoca

Localizada na zona da mata mineira, Conceição do Ibitipoca é distrito do município de Lima Duarte-MG, distante 3 km da portaria do Parque Estadual do Ibitipoca.
Alguns estudiosos da língua tupi descrevem a tradução do nome Ibitipoca como “casa de pedra”, pela existência das grutas que serviam de moradia aos índios. Outros estudos indicam a versão da “serra que estala” (ibiti= serra + poca = estala), referência aos trovões que são comuns na serra.

Ibitipoca é sem dúvidas o destino ideal para relaxar em contato com a natureza. A cidade abriga uma das reservas naturais mais belas do Brasil, com inúmeras cachoeiras, trilhas, grutas e cavernas, sem contar no incrível céu estrelado que faz das noites em Minas inesquecíveis e é um dos principais atrativos da região.

Emoldurada por mirantes, penhascos, paredões e riachos de águas avermelhadas, a reserva é um verdadeiro paraíso para os amantes da natureza e adeptos de caminhadas ecológicas. As trilhas, bem sinalizadas, levam a paisagens de beleza incomparável, que encantam aos mais exigentes visitantes. 

Não deixe de fazer os 3 principais roteiros pelo parque: Circuito Janela do Céu, Circuito Pico do Pião e Circuito das Águas. A Gruta das Bromélias também deve fazer parte do seu roteiro por Ibitipoca: são 3 mil metros e uma das maiores grutas de quartzito do mundo.

O período em que são realizados os tradicionais festivais Ibitipoca Jazz Festival e Ibitipoca Blues, respectivamente em julho e agosto é uma época excelente para conhecer a vila.

Hotel Alpha Ville Chalés dentre muitas opções de hospedagem, está entre as melhores, localiza-se  no município de Lima Duarte - MG, próximo a cidade de Juiz de Fora - MG. Aproximadamente 1300 m de altitude, é cercado de montanhas, muito verde, ar puro e fica apenas 4 km do Parque Estadual de Ibitipoca.

 

Parque Nacional do Caparaó
Localizado na Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque Nacional do Caparaó é um dos destinos mais procurados pelos adeptos do montanhismo no Brasil. Abriga o terceiro ponto mais alto do País, o Pico da Bandeira, com 2.892 metros de altitude.
Além das trilhas, os visitantes podem se deliciar com banhos em cachoeira e piscinas naturais, observar deslumbrantes visuais da Serra do Caparaó e região, com belos espetáculos no alvorecer e no pôr do sol.

O parque dispõe de quatro áreas de acampamento pela portaria de Alto Caparaó em MG - “Tronqueira” e “Terreirão” - e pela Portaria de Pedra Menina no ES - “Macieira” e “Casa Queimada”, com sanitários, lava-pratos, mesas, bancos, quiosques (estes últimos apenas na “Tronqueira”) e, ainda, churrasqueiras na área de visitação denominada “Vale Verde” e no acampamento “Macieira”.

Caminhadas em áreas de florestas e, especialmente, pelos campos de altitude são outras atrações do local, propício também para observação de aves. Na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, tem como principal atrativo o Pico da Bandeira, terceira montanha mais alta do país, com 2 892 metros - a subida é pesada e requer bom preparo físico. Tanto no lado mineiro quanto no capixaba, quem pretende fazer atividades menos intensas encontra cachoeiras e mirantes que podem ser alcançados por carro ou caminhadas curtas. Alto Caparaó tem uma estrutura turística mais desenvolvida, com boa oferta de hospedagens e agências, mas quem vem de Vitória também pode ficar em Pedra Menina. 

Mirante da Tronqueira

Melhor época: De maio a agosto, quando chove menos e a visibilidade aumenta. As caminhadas noturnas, para ver o nascer do sol a partir do pico, também podem ser feitas com mais segurança nessa época.

Acesso: Por Minas Gerais, portaria a 3 km de Alto Caparaó. Pelo Espírito Santo, entrada a 9 km de Pedra Menina, distrito a 26 km de Dores do Rio Preto. Os acessos são calçados e tranquilos (você pode ir com o próprio carro ou contratar um jipe na JeepTur - (32) 3747-2516, ou na TransJeep - (32) 3747-2537). Para acampar no local é preciso pagar uma taxa de R$ 6 por noite, reservar e chegar antes do fechamento dos portões do parque no dia anterior. O parque fica aberto das 7h às 22h.

Informações: No Instituto Chico Mendes (MG) - (32) 3747-2086/2943. O ingresso custa R$ 11.



Parque Municipal do Mindu em Manaus

Pensei muito antes de fazer esta postagem, estava em dúvida que devia ou não. Afinal este é um blog que fala sobre viagem, mais especificame...