sábado, 25 de outubro de 1997

1997-Jardim Zoológico e Parque Ana Lídia em Brasília


O Jardim Zoológico de Brasília é um parque zoológico situado em Brasília, geridos pela Fundação Jardim Zoológico de Brasília.
Tem área total de 690 hectares, sendo 440 hectares referentes ao Santuário de Vida Silvestre do Riacho Fundo, 110 referentes ao parque das Aves e 140 do próprio jardim.
O primeiro caso de uso de células-tronco para curar lesões num animal selvagem foi registrado no Zoológico de Brasília. Este tratamento foi aplicado em uma fêmea de lobo-guará, vítima de atropelamento.
Uma das ações de grande reconhecimento é o trabalho de conservação e pesquisa, o que contribui para preservação de animais ameaçados de extinção. Quanto ao desenvolvimento científico, o Zoo trabalha em parceira com entidades renomadas como a Universidade de Brasília, Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural e Instituto Federal de Educação Teológica, entre outras.
Aberto diariamente ao público, o Zoológico também é palco de grandes atrações, o que o torna mais atrativo durante os finais de semana e feriados importantes, momento em que atrai milhares de brasilienses, turistas brasileiros e estrangeiros. No geral, os visitantes tornam-se conhecedores da importante vocação ambiental celebrada aqui. Desta forma, revela ser atuante no cumprimento de sua missão, a qual manter-se como um centro de excelência voltado para a conservação, a pesquisa, a educação e o lazer. 

Parque Ana Lídia
O Parque Ana Lídia é um parque recreativo dentro do Parque Sarah Kubitschek. Foi inaugurado em 1971, passou por uma reforma em 1999, junto com as obras gerais do Parque Sarah Kubitschek.
O parque foi criado com o nome de Iolanda Costa e Silva, esposa do presidente Artur da Costa e Silva, falecido em 1969, contudo foi renomeado em homenagem a Ana Lídia, criança encontrada morta, com sinais de tortura, perto da Universidade de Brasília, em 1973. 
O Parque da Cidade tem uma grande área e é considerado o pulmão de Brasília e uma opção de lazer aos brasilienses.
No parque são apresentados vários temas e reflexões. Há referências pop, fanfarronice meio tropicalista, romantismo de longa metragem de animação da Disney, e uma concepção tradicional da infância. Ele possui um escorregador em forma de bota, e um carro de abóbora da Cinderela, com todos os rococós formados pelos ramos na ala conto de fadas. Tem a ala dos meninos, com cabanas apaches, caravanas de velho oeste e barcos viking. 
Ao fundo existe a ala futurista ou progressista, com um foguete gigante e um trepa-trepa em forma de bolha. Cerca de seis mil pessoas passam pelo parque durante o final de semana.
Na estrada de volta para casa.

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